Diamante 13

June 27th, 2010

DIAMANTE 13 (Diamant 13), de Gilles Béat

E finalmente cheguei ao centésimo filme assistido em 2010. Alguns pontos a serem considerados:
- Segue a mesma linha da trilogia policial do Olivier Marchal (GANGSTERS, 36 e MR 73 - A ÚLTIMA MISSÃO).
- Por falar em Marchal, além de atuar (quase sempre interpretando tipos sinistros), ele também ajudou no roteiro (lembrando que Marchal foi policial na vida real).
- O diretor Gilles Béat tem vasta experiência com o gênero policial para filmes e séries de TV. Desde 91 que ele não fazia nada pro cinema.
- Depardieu = força da natureza.
- Asia Argento = coadjuvante de luxo, e uma das belezas mais exóticas que já vi.
- Trama intrincada, envolve corrupção policial e tráfico de drogas.
- Saiu em DVD no Brasil.
- Cotação de 1 a 5: 4

Seagal vs Spider

June 21st, 2010

Para quem curte artes marciais, vale a pena conferir este vídeo, com Mr. Steven Seagal treinando com o brasileiro Anderson “Spider” Silva:

http://www.youtube.com/watch?v=UlQw9fJ9CKk

Ligações Criminosas

June 15th, 2010

LIGAÇÕES CRIMINOSAS (Romanzo Criminale), de Michele Placido
Apesar de ser um policial italiano e de se passar nos anos 70, LIGAÇÕES CRIMINOSAS não tem muito a ver com os polizieschi de Castellari, Di Leo, Lenzi, Massi, etc., guardando mais semelhanças com o cinema político italiano (sem panfletagens) e com influências declaradas de Pasolini. A linguagem adotada flerta com o cinema moderno, com cortes rápidos e câmera inquieta, contrastando com momentos de respiro e planos mais longos. A trilha sonora bombástica e tarantinesca é um destaque a parte (vale a pena baixá-la na internet). Placido, que também é ator, não decepciona atrás das câmeras, fazendo com que LIGAÇÕES CRIMINOSAS possua uma força descomunal. Suas imagens e seus personagens são quase palpáveis. No núcleo central há um grupo de bandidos, um comissário de polícia obstinado e uma prostituta que trafega entre esses dois mundos. Mas não há heróis ou vilões, há seres humanos. E Placido captura tais existências com uma magnitude trágica característica do grande cinema italiano. O resultado final me deixou desnorteado. Filmão! E vem aí IL FIORE DEL MALE, novo drama criminal de Michele Placido, com Kim Rossi Stuart e Paz Vega. Mal posso esperar!

Últimos filmes assistidos

June 13th, 2010

Comentários rápidos e preguiçosos sobre os últimos filmes assistidos:

CAMINHOS PERIGOSOS (Mean Streets), de Martin Scorsese
Não achei uma obra-prima como muitos consideram, mas sem dúvida é um belo trabalho. Repleto de momentos autobiográficos da juventude de Scorsese em Little Italy, o filme tem a criatividade e a energia típicas de um jovem cineasta que desde cedo mostrava um talento fora do comum. O que talvez tenha me desapontado um pouco é que esperava algo dramaticamente mais forte, e CAMINHOS PERIGOSOS acabou me soando mais como um rascunho de OS BONS COMPANHEIROS. Se bem que não deixa de ser um rascunho e tanto!

LUTADOR DE RUA (Blood and Bone), de Ben Ramsey + O LUTADOR (Undisputed II: Last Man Standing), de Isaac Florentine
Sessão dupla com Michael Jai White, o cara do momento no cinema de porrada americano ao lado de Scott Adkins. Gostei igualmente de ambos os filmes, são simples mas tratam os clichês do gênero com sabor novo e certa criatividade. Imperdível para quem sente saudade do alto nível de testosterona das boas fitas de ação dos anos 80.

JUVENTUDE EM REVOLTA (Youth in Revolt), de Miguel Arteta
O Otávio Pereira acabou de comentar esse filme em seu blog. Assino embaixo do que ele escreveu lá.

FÉ DEMAIS NÃO CHEIRA BEM (Leap of Faith), de Richard Pearce
Estudando Leitura fria na internet bateu a curiosidade de rever esse filme. Talvez se trate da mais abrangente obra sobre as técnicas utilizadas por pastores, gurus, videntes e picaretas religiosos em geral para engabelar otários. Steve Martin está ótimo numa de suas raras atuações não cômicas.

UM AGENTE NA CORDA BAMBA (Tightrope), de Richard Tuggle
Outra revisão. Tinha visto há mais de uma década e só me lembrava da perseguição no cemitério. É um thriller bem interessante e que procura diminuir a distância entre o herói e o vilão, tornando-os semelhantes em alguns aspectos. O problema é que existe um outro filme com a mesma idéia e que também lida com perversões sexuais, mas que vai muito mais longe: PARCEIROS DA NOITE (Cruising). UM AGENTE NA CORDA BAMBA é ótimo, porém fica com cara de rip-off infantil se comparado ao filme do William Friedkin.

Eles

June 6th, 2010

ELES (Ils / Them), de David Moreau & Xavier Palud
Interessante produção franco-romena que lembra um pouco o britânico SEM SAÍDA (Eden Lake). Basicamente é um exercício de suspense envolvendo um jogo de gato e rato entre um casal e seus misteriosos algozes. A trama (baseada em fatos) é praticamente nula, e o filme tem apenas 1:10h. É idéia para um média-metragem, mas isto não chega a configurar um defeito. A dupla de realizadores demonstra talento para criar seqüências de tensão pura e conseguiu me deixar grudado no sofá do início ao fim. Para quem curte sentir medo ELES é um prato cheio. Agradecimentos ao Carlos Primati pela indicação do filme.

Ferrara + Wellman

June 5th, 2010

Imitando o Ronald Perrone, pedi permissão ao cineasta gaúcho Davi de Oliveira Pinheiro para publicar aqui um de seus textos, recebido via e-mail. Confiram:

CIDADE DO MEDO (Fear City), de Abel Ferrara
Por Davi de Oliveira Pinheiro
Terceiro longa-metragem (excluindo os pornôs) da carreira de um dos mais loucos e ousados cineastas da história do cinema. É uma chinelagem, um samba do crioulo doido épico, que quando terminei de assistir estava de boca aberta. Possui duas das piores atuações que já vi (uma é Billy Dee Williams surreal, interpretando o policial mais incompetente dos anos oitenta), uma trilha sonora cafona, dois “heróis” que são cafetões e nunca demonstram qualquer qualidade moral, flashbacks e “hero shots” inconcebíveis e tudo isso, quando unificado, funciona!  É daqueles filmes que não possuem uma lógica muito forte, mas a intensidade das imagens, a criatividade nas escolhas narrativas dá vez a um filme poderoso, que ainda mostra um realizador em linha ascendente, sem atingir o seu ápice, mas com cinema (e muitas outras coisas, claro) nas veias. Destaque ao grande Tom Berenger, num de seus melhores papéis, como um boxeador que desistiu da carreira, pois matou acidentalmente um adversário. Também conta com a atriz Melanie Griffith, em algumas de suas melhores cenas como veio ao mundo, e um vilão que faz Francis Dollarhyde (de “Dragão Vermelho”) parecer um cara de gostos comuns, afinal é o único assassino serial lutador de kung fu que consigo lembrar, no momento. E é claro, o confronto épico entre Berenger e o assassino é iluminado por um acontecimento sensacional: boxe vs kung fu!

DOMINADOS PELO TERROR (Track of the Cat), de William A. Wellman
Por Herax
Wellman dirigiu um western que eu considero uma obra-prima, CONSCIÊNCIAS MORTAS (The Ox-Bow Incident), baseado num livro de Walter Van Tilburg Clark. DOMINADOS PELO TERROR marca uma nova parceria entre Wellman e Clark, porém o resultado não chega aos pés do anterior. Por mais insólito que possa ser um faroeste na neve e que tem como vilões o próprio protagonista (Robert Mitchum) e uma pantera negra, o que predomina no filme é um drama familiar chatinho e moroso. O fato da pantera nunca aparecer é outro ponto fraco, e o próprio Wellman assumiu isso depois (vide o relato de seu filho nos bônus do DVD). Até poderia elogiar a beleza de algumas cenas, ou a idéia da pantera ser uma alegoria para a figura destrutiva do personagem principal, mas a verdade é que achei o filme bastante problemático, falhando inclusive como um suspense, que é um dos elementos vitais do livro “Track of the Cat”.

Tiros na Broadway

June 1st, 2010

TIROS NA BROADWAY (Bullets Over Broadway), de Woody Allen
Revisão. Continua ótimo. Apenas a verborragia em alguns momentos me incomoda um pouco (especialmente com a voz esganiçada da Jennifer Tilly). Mas a idéia do artista que não aceita concessões em sua obra e, no entanto, se vê obrigado a lidar com imposições do produtor, é maravilhosa. Ainda mais quando tal produtor é um chefão da máfia e seu guarda-costas brucutu e assassino (Chazz Palminteri, roubando a cena como de costume) começa a dar pitacos no texto. Top 10 fácil do mestre Allen.

Dennis Hopper

May 29th, 2010

1936 - 2010. R.I.P.

Refn e Morel: Decepções!

May 29th, 2010

VALHALLA RISING, de Nicolas Winding Refn
Provavelmente serei um dos poucos a considerar o novo trabalho do Refn uma enganação monstruosa. Pelas idéias que tenho trocado por e-mail com alguns amigos, todos estão achando um filmaço. Não sou louco em deixar de reconhecer as diversas qualidades da obra, mesmo porque o talento de Refn é inquestionável. Ele consegue gerar aqui algumas de suas mais poderosas e impactantes imagens. Mas no final das contas o filme permanece preso a um sistema pra lá de esquemático, repetindo ad nauseam um ciclo que mistura o mais puro nada (por mais entorpecedor que possa ser esse “nada”) com alguns breves segundos de violência brutal (com sangue tão falso quando no ZATOICHI do Takeshi Kitano). Muita gente está comentando que o novo HOMEM DE FERRO fica criando expectativas para algo que não acontece nunca, e isto não é muito diferente do que ocorre em VALHALLA RISING. A diferença é que Nicolas Winding Refn consegue gerar cenas muito mais poderosas que o Jon Favreau, porém não deixa de ser um exercício vazio e frustrante, cujo único mérito em sua essência é questionar a ignorância religiosa do homem primitivo (não muito diferente do homem moderno). Suponho que Mel Gibson irá odiar esse filme, porém por motivos opostos aos meus.

DUPLA EXPLOSIVA (From Paris with Love), de Pierre Morel
Esse nem era para criar grandes expectativas mesmo, porém como gostei muito do BUSCA IMPLACÁVEL (Taken) achei que fosse encontrar algo de bom aqui. Ledo engano. DUPLA EXPLOSIVA é uma bomba do início ao fim, uma obra completamente ignóbil e com péssimas cenas de ação. O único momento em que o diretor desacelera e consegue filmar algo com sentimento (numa cena bem próxima do fim), está longe de ser algo que salve o filme de sua mais completa mediocridade. Recomendado apenas para os inimigos.

A Centopéia Humana

May 23rd, 2010

A CENTOPÉIA HUMANA (The Human Centipede (First Sequence)), de Tom Six
Esse é um daqueles filmes que já nasceram cult, e está ganhando uma boa fama na internet devido a sua bizarrice. A verdade é que se trata de uma obra bem simples, tanto no roteiro como na sua composição visual, porém tem lá o seu charme. O nível de doentia é grande e lembra uma mistura de David Cronenberg com Clive Barker. Quem viu o trailer já sabe do que se trata a idéia da centopéia humana, mas pra quem não viu, melhor ainda. Eu assisti sem saber de muita coisa e achei bem divertido. Só não esperem uma obra-prima, porque não é!

Também assistido e 100% recomendado:

SONATA DE TÓQUIO (Tokyo Sonata), de Kiyoshi Kurosawa
Simplesmente fodástico!!!

Em tempo: Trilogia DEMONS em DVD!

Acabei de ver no site da 2001 que a Cult Classic lançará em breve um box com a trilogia DEMONS, composta por:

- Demons - Filhos das Trevas
- Demons 2 - Eles Voltaram
- Demons 3 - O Ogro

Todos em Letterbox 1.66:1, sendo o primeiro filme com o áudio em italiano e os outros 2 em inglês. Indispensável na DVDteca.

Ip Man 2

May 12th, 2010

IP MAN 2, de Wilson Yip
Já tinha gostado bastante do primeiro filme, mas achei a continuação ainda melhor! Dessa vez o mestre Ip Man (Donnie Yen) está em Hong Kong, tentando se estabelecer como instrutor de Wing Chun. Na medida em que sua academia começa a atrair alunos, outras escolas da cidade (que formam uma espécie de máfia, liderada por Sammo Hung) fazem de tudo para boicotá-lo, gerando vários desafios e confrontos violentos. Para complicar a situação, os britânicos querem provar que o boxe é mais forte que o kung fu, e sobra pro velho Ip Man defender a honra chinesa num ringue, enfrentando o adversário mais perigoso de sua vida. Para quem não sabe, ou não se lembra, Ip Man existiu mesmo e foi o mestre do Bruce Lee (que inclusive aparece no filme, numa cena muito divertida). Donnie Yen está cada vez melhor e mais solto como ator, e Wilson Yip prova novamente que, quando quer, consegue atingir resultados extraordinários.

Filmes de abril

May 1st, 2010

Assisti 22 filmes durante abril, mas foi um mês fraco em termos de qualidade. Nem dá para elaborar um top 10, e sim um top 5:

- CIDADE DAS ILUSÕES, de John Huston
- CAÇADA DE MORTE, de Walter Hill
- SURVIVAL OF THE DEAD, de George A. Romero
- MARCADO PARA A MORTE, de Dwight H. Little
- MEU NOME NÃO É JOHNNY, de Mauro Lima

Esse último foi uma grande e inesperada surpresa.

Outro destaque foi o documentário TYSON, de James Toback.

Vi TEMPO ESGOTADO, de John Badham, porém ficou abaixo do que eu esperava.

Revisões:
- Trilogia KARATE KID, de John G. Avildsen -> Repleto de atrocidades, o que salva é a simpatia de Pat Morita. A parte 2 deveria ser um filme solo do Mr. Miyagi.
- RISCO TOTAL, de Renny Harlin -> Permanece um filme de ação competente. Mas nada de outro mundo.

Finalmente vi QUEM TUDO QUER, TUDO PERDE, do Brian De Palma, e não achei ruim, porém poderia ser assinado por qualquer outro diretor que não faria diferença. Em se tratando de De Palma, sem dúvida é decepcionante.

Outro filme assistido foi AMIGOS, AMIGOS, NEGÓCIOS À PARTE, trabalho derradeiro do mestre Billy Wilder. Não é nenhuma obra-prima, mas é bem legal. Por mais que eu goste do Jack Lemmon, quem rouba a cena é o fantástico Walter Matthau, o sujeito mais rabugento da história do cinema. Quem também dá as caras no filme é Klaus Kinski, no papel de um sexólogo espertalhão! Bem divertido!

Suspense em dose dupla

April 25th, 2010

NE TE RETOURNE PAS, de Marina de Van + JOGO DE MENTIRAS (Don McKay / Moment of Truth), de Jake Goldberger

Em NE TE RETOURNE PAS acompanhamos a história de uma mulher (Sophie Marceau) que, gradativamente, começa a sentir estranhas mudanças em sua casa e em sua família. Aos poucos ela própria passa por uma transformação cronenbergeana em que sua face assume as feições de uma outra mulher (Monica Belucci). A diretora Marina de Van comanda bem o espetáculo bizarro e intrigante. A resolução da trama é que pode não agradar a todos… Aliás, esse costuma ser o grande calcanhar de Aquiles dos filmes de suspense. São poucos os que conseguem apresentar um final de impacto, que sustente de forma convincente todo o mistério prévio. Em JOGO DE MENTIRAS ocorre o mesmo. Sujeito amargurado (Thomas Haden Church) recebe uma carta de uma grande paixão da juventude (Elizabeth Shue), que ele não via há 25 anos. Alegando estar muito doente, e com os dias contados, a moça anseia revê-lo. Qualquer um que já tenha visto pelo menos dois films noir na vida já sabe que nunca, em hipótese alguma, se deve confiar numa loira… Para quem busca diversão descompromissada, tanto NE TE RETOURNE PAS quando JOGO DE MENTIRAS podem ser encarados como bons passatempos.

Marcado para a Morte

April 19th, 2010

MARCADO PARA A MORTE (Marked for Death), de Dwight H. Little
Não sei se obras como essa já eram boas em sua época, ou se os filmes B de ação atuais é que são tão fracos que fazem um MARCADO PARA A MORTE parecer bem melhor do que ele talvez seja. A falta de profundidade nos temas discutidos ou a unidimensionalidade dos personagens não chegam a se tornar empecilhos, frente a direção eficiente e sem frescuras de Dwight H. Little (que também assinou o bom RAJADA DE FOGO, com Brandon Lee). Steven Seagal, gostem ou não, é indiscutivelmente um dos sujeitos mais durões e badass da história do cinema. Sua idéia de elaborar coreografias violentas de lutas tendo como base o pacífico aikido foi uma sacada genial, com seus contra-ataques mortíferos repletos de torções brutais. Em MARCADO PARA A MORTE seus oponentes são perigosos traficantes jamaicanos praticantes de magia negra! Em meio a cenas bizarras de macumbaria, mulher pelada e uma divagação filosófica hilária e conservadora sobre o combate a criminalidade nos bairros de classe média, Seagal destroça a malandragem com direito a fraturas expostas, tiros na testa, mutilações e decapitações, numa overdose de violência muito bem orquestrada. Xmaniac recomenda!


Mr. Seagal passando fogo nos rastas voduístas

Caçada de Morte

April 18th, 2010

CAÇADA DE MORTE (The Driver), de Walter Hill
Ryan O’Neal é o “The Driver” do título original, um especialista em conduzir carros para assaltantes em fuga. O sujeito é ultra profissional, cara de poucos amigos e com um forte código de ética. Para o obstinado policial interpretado por Bruce Dern, ele é um desperado, um cowboy moderno que usa carros no lugar de cavalos e que precisa ser interrompido pela lei. O conflito entre esses dois homens se tornará pessoal e um verdadeiro duelo de inteligência. CAÇADA DE MORTE é apenas o segundo filme de Walter Hill, três anos após LUTADOR DE RUA e um ano antes de WARRIORS - OS SELVAGENS DA NOITE. Trata-se de um thriller action urbano e noturno, nos moldes de INFERNO VERMELHO e 48 HORAS, contendo cenas de perseguição alucinantes. É uma espécie de pré-CARGA EXPLOSIVA, mas sem os exageros do mesmo. Uma pérola setentista que merece ser relembrada!

Em tempo: Uma ótima notícia, Walter Hill está filmando ST. VINCENT, um drama policial estrelado por Mickey Rourke!